Por Bruno Vieira Santos
Catequista de Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens e Co-fundador da BNEV
Catequista de Eucaristia na Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens e Co-fundador da BNEV
Por ocasião do dia de
oração pela Vocação Leiga
24 de Agosto de 2014
Também por ocasião do Dia Nacional do Catequista
31 de Agosto de 2014
Também por ocasião do Dia Nacional do Catequista
31 de Agosto de 2014
Louvado seja Nosso
Senhor Jesus Cristo!
Caros irmãos e irmãs,
No dia de hoje, em
que a Santa Mãe Igreja nos chama a rezar pela Vocação Leiga, temos como
principal a figura do catequista.
Primeiramente, quem é o catequista?
O
catequista é muito mais que um professor, ele é um amigo de fé das crianças,
jovens e/ou adultos. Ele irá instruir àqueles a que foi confiado na fé sólida
do Cristo e da Igreja e não pode fraquejar ou desistir de seu serviço e da sua
fé, pois essa pessoa enviada por Deus é um exemplo para os demais leigos.
Enfim, o
catequista é o exemplo do Cristo Mestre, que ensina com palavras inteligíveis,
ou seja, que são fáceis de entender, as coisas de Deus. Ensina tantas coisas ás
criancinhas para que um dia cresçam e sua fé seja base para nascerem vocações
inúmeras.
É
bom lembrar que ser catequista não é um privilégio, mas um serviço, e acima de
tudo, um chamado. Ninguém deve “se achar” por ser catequista porque isso não
cabe na figura dele. Deve ser o exemplo de Nosso Senhor que instrui e ensina na
fé, no amor e na caridade de filhos e irmãos em Deus. Nenhuma pessoa é obrigada
a ser catequista, pois sê-lo é vocação, é convite para auxiliar, e àqueles que
são chamados a esse serviço faz-se necessário além de formação adequada uma
total entrega de amor e carinho a esse ofício.
O
catequista deve ser um amigo, como já disse, ele não é um professor e nem dá
aula, ele é um amigo que ajuda, conversa, brinca, consola, escuta e se encontra
com seus “amiguinhos” ou “amigões” para
falarem de Deus. Se esse encontro torna-se mero ritual e encontro formal
tira-se o ar de amizade e carinho entre catequista e catequizando e fica como
uma aula de universidade.
O
catequista é chamado a ser sempre aquela pessoa que está ao lado de quem
ensina, estar junto nas horas que os outros precisam de alguém para tirarem uma
dúvida ou simplesmente desabafar sobre algum acontecimento, porque amigo é pra
isso também.
É
necessário que sua formação nunca termine, pois “como anda o mundo de hoje”
temos que estar sempre antenados e recebendo formação sobre diversos temas,
inclusive aqueles que assolam a humanidade e principalmente a juventude sedenta
de ser feliz, de se encontrar, e que tantas vezes entra por maus caminhos e é
nosso dever ajuda-los a sair de lá e voltar para a Casa do Pai “donde jorra
leite e mel” (cf. Êxodo 3, 17).
Que
Deus ilumine nossa mente e nos dê sabedoria e fé para guiarmos a quem nos foi
confiado e que Jesus, o Divino Mestre, nos faça cada vez mais sua imagem de
quem ensina com amor e carinho fraterno.


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