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13 de novembro de 2014

Poema à Virgem Santíssima



Virgem,
Mãe tão generosa
Tão bela
Gloriosa
Tu foste escolhida entre todas
Para ser
Aquela que Deus iria santificar
De tal forma que, em vós,
Perpetuou-se a glória do nosso Pai do céu.

Glória a Ti, minha mãe
Tão amada
Se, do teu amor, me afastasse
Tudo perderia
Pois, quiseste me amar
E, de fato, me amaste.
Seria um enorme pecado afastar-me de ti.

Faltam-me palavras, ó Mãe
Tamanha é minha admiração.
Não consigo pronunciar tudo o que mereces
Mas aceita, Senhora, deste teu humilde servo, essas palavras.

Ó magnifica, belíssima flor,
A mais bela do jardim de Deus.
Ó Maria, se Ele mesmo lhe escolheu, quem sou eu,
Para não chama-la de Mãe?

Nestes últimos dias do mundo
Quando já se aproxima a vinda gloriosa do teu filho
Peço-lhe humildemente
Intercedei por mim,
Humilde pecador,
Que a Ele pede perdão por  tantos erros.

Ainda que lhe homenageássemos
Com uma imensidão de flores, as mais belas,
Não estaríamos elevando a vós, tudo o que mereces
Mas, humildemente lhe pedimos:
Aceitai nossa vida,
Nossa singela homenagem.
Ouvi a voz do povo teu que clama por tua intercessão e seu olhar de amor.

Ó Mãe Santíssima
Quisera eu contemplar-te neste momento.
Mas ainda não sou digno, eu sei.
Mas espero que, quando o dia de minha partida daqui chegar,
Possa desprender-me deste mundo completamente e ir ao teu encontro,
Ó belíssima Senhora.

Ó Virgem, Mãe e Rainha nossa
Aceitai estes poucos versos.
Querendo lhe amar cada vez mais,
Sigo minha vida e lhe suplico
Intercedei junto do Dileto do Filho do Pai por mim e por todos os meus irmãos.

Dai-me vossa benção maternal.


Catequista Bruno

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